Evolução com os que passaram pelo meu lápis!

Espero que todos tenham se divertido bastante neste carnaval!

Ao pensar no que selecionaria para mostrar a você, que me acompanha todas as sextas, decidi que colocaria aqui no blog hoje uma coletânea com alguns amigos que me acompanham há tantas outras sextas e que no decorrer do meu crescimento como desenhista e como artista, serviram de cobaias para meus treinos e experiências. Não coloquei aqui todos (seja por já terem aparecido aqui no blog ou simplesmente por não ter o arquivo em boa qualidade para dividir com vocês). Mas espero que gostem de reviver comigo este crescimento, ao mesmo tempo que agradeço estas pessoas maravilhosas por terem me servido de inspiração em algum momento.
Este casal lindo a esquerda, encontrei ainda tantas vezes depois deste desenho e curto tanto, me foi inspiração para um dos dias dos namorados que passou. Estava experimentando efeitos no Photoshop e o resultado me deixou muito feliz! Utilizei pela primeira vez pincéis diferentes no programa, os “Natural Brushes”, que deram este efeito no plano de fundo. Além disso, variação de fluxo no pincel e opacidade fizeram bastante diferença e foram um precioso aprendizado!
Logo a direita do casal está uma amiga querida que acho muito linda! Graças a esta experiência pude treinar e aprender muito a respeito de luz e sombra e sua aplicação. Pode não parecer, mas isto é importante para que a aplicação no estilo mangá funcione de forma fluida. Outra experiência valiosa e que me rendeu ótimos frutos! Utilizei lápis e lapiseira grafite 4B. E borracha para os retoques. 

Este é um amigo que tira muitas fotos legais! Graças a este desenho, pude treinar  hatchings e cross hatchings, as tais das “hachuras”. Quando finalizamos um desenho à lápis, muitas vezes perdemos bastante dos detalhes quando digitalizamos. Seja pela suavidade da luz e sombra, seja pelo excesso de luz que o scanner joga no desenho, clareando ainda mais as linhas mais sutis. Neste caso, o uso das hachuras deve ser exercitado pois pode ser utilizado direto com a caneta e, se for o caso, fazer uma transição mais sutil entre áreas escuras e claras ou definição de meio tom. Fiz este desenho com lapiseira 0,5 grafite 4B, e me abriu os olhos para a gama de possibilidades que as linhas podem nos oferecer se exercitarmos de forma constante. 

Esta linda moçoila abaixo já me serviu de inspiração algumas vezes, e não importa a técnica, sempre sai especial! À esquerda utilizei lápis 4B para o cabelo e para as sombras, e por cima do grafite passei Aquarela. As manchas do grafite que foi levado pela água do pincel me foi uma surpresa muito fortuita e com isso utilizei esta técnica outras vezes. A única finalização à caneta foi no óculos e nas pupilas. Isso gerou um destaque que eu gostei bastante!
Já à direita, utilizei Aquarela e Nankin. Com um traço mais limpo e linha com poucos volumes, experimentei utilizar a aquarela de uma forma mais fluida, e o resultado me surpreendeu de forma bastante positiva!


A eles, muito obrigada pelo aprendizado valioso, de tantas outras experiências!
A vocês, muito obrigada por sempre me acompanharem por aqui! Espero que tenham gostado e que deixem aqui sua opinião!

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